sexta-feira, 11 de maio de 2018

ENFERMAGEM: HISTÓRIA DE FLORENCE NIGHTINGALE!

Boa noite PROFISSIONAIS de SAÚDE!!!

Tudo bem com vocês???

Hoje vamos falar sobre a nossa amada ENFERMAGEM, porém de uma maneira muito especial! No dia 12 de maio, todos os profissionais de enfermagem comemoram seu grande dia, relembrando o nascimento de nossa amada e querida FLORENCE NIGHTINGALE.  Florence Nightingale (1820-1910) foi uma destacada enfermeira inglesa. Criou a primeira Escola de Enfermagem da Inglaterra no Hospital Saint Thomas, em Londres. Recebeu a Ordem do Mérito, em 1901, durante a era Vitoriana.



Florence Nightingale (1820-1910) nasceu em Florença, na Itália, no dia 12 de maio de 1820, na época em que seus pais residiam na Itália. Filha do milionário William Shore Nightingale foi aluna do King’s College de Londres. Em uma viagem ao Egito, visitando hospitais, despertou sua vocação para a enfermagem, apesar de na época não ser uma atividade digna.
Na Inglaterra, iniciou seu aprendizado, repartindo o tempo entre aulas de anatomia e visitas ao hospital do distrito. Em 1851, aventurou-se na Alemanha, para frequentar a Escola de Enfermagem Fliedner, onde viveu sua primeira experiência como profissional entre as religiosas protestantes de Kaiserswerth.
Em 1856, Florence Nightingale retornou à preconceituosa Londres. Foi então indicada para a superintendência de um hospital de caridade. Em 1854, surgiu a oportunidade para Florence seguir para o hospital militar inglês em Scutari, que atendia os feridos anglo-franceses na Guerra da Criméia, onde os soldados morriam vítima da cólera e do frio.
Com uma pequena equipe, com os equipamentos necessários e com um trabalho árduo, mesmo contra a negligência dos médicos militares, o ambiente tornou-se propício para atender aos enfermos. A dedicação que devotava aos doentes reduziu drasticamente as mortes no hospital militar. Era chamada “a dama da noite”, pois percorria todas as enfermarias com uma lanterna.
Na volta à Inglaterra, Florence foi recebida com festejos, mas sem saúde. Mesmo assim, ainda trabalharia muito na criação de escolas de enfermagem e na reforma sanitária dos hospitais militares e quarteis, onde soldados morriam, mesmo em tempo de paz. Apesar do estímulo recebido da Rainha Vitória, a oposição do Ministério da Guerra persistia, pois não via sentido essas ideias em tempo de paz.
Para esclarecer a opinião pública, e mobilizá-la em seu favor, em 1858, Florence escreveu dois livros: “Administração Hospitalar do Exército” e “Comentários sobre Questões Relativas à Saúde”. Com as contribuições necessárias, as reformas foram realizadas e um hospital foi construído. Em 1860, Florence viu nascer a Escola de Enfermagem do Hospital Saint Thomas, em Londres. Com o trabalho reconhecido, em 1883, Florence recebeu da rainha Vitória, a Cruz Vermelha Real, e em 1901, se tornou a primeira mulher a receber a Ordem do Mérito.
Florence Nightingale faleceu em Londres, Inglaterra, no dia 13 de agosto de 1910.
Fonte: Clique Aqui!
Então pessoal, como podem ver, a Florence contribuiu demais em tudo que vemos hoje em dia nos hospitais. A enfermagem foi crescendo após a contribuição dela, tanto no contexto do número de pessoas, quanto no quesito de ciência. Florence revolucionou a ENFERMAGEM. Todos nós (Enfermeiros, Técnicos de enfermagem, estudantes) devemos agradecer muito e respeitar muito o nome da Florence!

terça-feira, 8 de maio de 2018

ENFERMEIROS REALIZAM DIAGNÓSTICOS??

Bom dia PROFISSIONAIS de SAÚDE!!!!

Tudo bem com vocês???

Para começar nosso dia, vamos responder a um questionamento que muitos dos nossos colegas da saúde não sabem e que muitos leigos também não fazem ideia do que os ENFERMEIROS são capazes de fazer. Essa pergunta pode gerar certa polêmica já que, quando se fala em diagnóstico, muitos pensam ser um diagnóstico de doenças, e não é bem assim!!!

Antes de responder essa pergunta, quero lembrar a vocês aqui que a ENFERMAGEM é a PRINCIPAL ciência responsável pelo cuidado ao ser humano. Para cuidar de uma pessoa de forma eficaz e com embasamento científico, o ENFERMEIRO estuda no mínimo 04/05 anos numa universidade ou faculdade. Cabe ressaltar aqui, que é um estudo complexo que exige muito tempo de dedicação e força de vontade para ser um enfermeiro.

Agora vamos ao que interessa: ENFERMEIROS PODEM FAZER DIAGNÓSTICO? 

Resposta: SIM e NÃO 👀

Não entendeu? Vou explicar por que podemos e não podemos diagnosticar.

A começar pelo NÃO, vou explicar rapidamente sobre isso. Os enfermeiros estudam patologia geral, microbiologia, biologia celular e molecular, bioquímica, farmacologia, clínica médica, anatomia básica e aplicada, fisiologia humana, genética, fundamentos de enfermagem I e II, exames complementares, entre outras matérias na faculdade para entender o processo saúde-doença do ser humano. Estudamos doenças, porém, não para ser diagnosticadas, mas para saber o que essa doença causa na pessoa e como podemos amenizar o sofrimento daqueles portadores de doenças.
Não é lícito o profissional de enfermagem abrir uma clínica/consultório para realizar DIAGNÓSTICO NOSOLÓGICO, sendo esta atribuição EXCLUSIVA dos profissionais MÉDICOS. Porém, contudo, entretanto, os enfermeiros, dentro de uma instituição de saúde, compondo uma equipe de saúde, pode realizar consulta de enfermagem e prescrição de medicamentos previamente estabelecidos, ou seja, o ENFERMEIRO, com seu conhecimento técnico-científico, irá realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares, definir um diagnóstico e prescrever medicamentos que foram PREVIAMENTE ESTABELECIDOS por instituições de saúde. 

O COFEN colocou uma nota de esclarecimento em 2011 sobre a veiculação de informações infelizes disseminadas por outros conselhos (medicina, odontologia e farmácia) a respeito desse assunto. Para saber mais CLIQUE AQUI!

Agora vamos ao SIM. Os enfermeiros, por meio de seus estudos clínicos dentro de uma faculdade, aprenderam durante todos aqueles anos, a realizar os DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM. Diferentemente do diagnóstico de doenças, o diagnóstico de enfermagem é um julgamento clínico sobre uma resposta humana a condições de saúde/processos de vida, ou uma vulnerabilidade a tal resposta, de um indivíduo, família, um grupo ou comunidade.
Os enfermeiros diagnosticam problemas de saúde, estados de risco e disposição para promoção da saúde. Muito difícil da sociedade em geral entender todo esse processo que o enfermeiro realiza. É muito comum leigos e até mesmo profissionais de saúde confundir os diagnósticos de enfermagem com o diagnóstico médico, sendo eles bem distintos e ao mesmo tempo complementares.

A diferença é bem clara: Os diagnósticos médicos lidam com apenas com a doença, enfermidade ou lesão. Os diagnósticos de enfermagem trata as respostas humanas reais ou potenciais a problemas de saúde e processos de vida. Um exemplo bem claro para diferenciar tudo isso segue abaixo:

Diagnóstico médico: ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL.

Esse diagnóstico dá origem a informações sobre a patologia do paciente acometido por ela.

Diagnósticos de Enfermagem: Comunicação verbal prejudicada, Risco de quedas, processos familiares interrompidos, dor crônica e impotência.

Esses diagnósticos de enfermagem oferecem uma compreensão mais integral do impacto daquele AVC no paciente e na família, além de nos orientar a realizar as PRESCRIÇÕES DE CUIDADOS. Uma outra dúvida que já quero tirar logo é essa: O DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM não precisa de um DIAGNÓSTICO MÉDICO para ser realizado. O diagnóstico de enfermagem é independente, o que nos dar uma autonomia do planejamento do cuidado. Esse exemplo citado aqui em cima foi para que fique mais fácil a compreensão da nossa ciência!!


Espero ter esclarecido tudo. Utilizei como referência o livro de Diagnósticos de enfermagem da NANDA (2015-2017).

segunda-feira, 7 de maio de 2018

INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

Boa tarde PROFISSIONAIS da SAÚDE!!!

Tudo bem com vocês??


Para começar nossa segunda feira com o pé direito, vamos abordar um tema muito discutido no nosso meio, um tema que quebra paradigmas e pensamento de diversos autores de livros e artigos científicos de diversas profissões que lidam diretamente com essa patologia em específico. Hoje iremos discutir sobre o INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO e determinar os principais CUIDADOS DE ENFERMAGEM que devemos ter com o paciente acometido por essa doença. 



De acordo com BRUNNER & SUDDATH (2016) a síndrome coronariana aguda (SCA) é uma situação de emergência caracterizada por início abrupto de isquemia miocárdica, que irá resultar em morte das células miocárdicas se intervenções efetivas não forem realizadas imediatamente. Essa condição se configura como emergência cardiovascular e requer um atendimento médico e de enfermagem específico e adequado.



FISIOPATOLOGIA:

Na ANGINA INSTÁVEL ocorre redução do fluxo sanguíneo em uma artéria coronária, frequentemente em decorrência da ruptura de uma placa aterosclerótica. Trata-se de uma situação aguda que pode resultar em dor torácica e outros sintomas, sendo, algumas vezes, designada como angina pré-infarto, visto que o cliente, provavelmente, sofrerá IAM se não forem efetuadas intervenções imediatas.
No caso do IAM, a ruptura da placa e a formação subsequente de trombo resultam em oclusão completa da artéria, levando a isquemia e necrose do tecido miocárdico suprido por essa artéria. Outras causas de IAM incluem vasospasmo de uma artéria coronária, diminuição do suprimento de oxigênio e demanda aumentada de oxigênio. Um IAM pode ser definido pelo tipo, pela localização da lesão na parede ventricular, ou pelo momento no tempo durante o processo do infarto.


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS:

👉 Dor torácica que surge subitamente e que continua, apesar do repouso e da medicação;
👉 Dispneia (falta de ar);
👉 Indigestão;
👉 Náusea e ansiedade;
👉 Pele fria, pálida e úmida;
👉 Frequência cardíaca e respiratória pode ser mais rápida que o padrão normal;
👉 Dor lombar, dor no estômago, fadiga e formigamento nas pernas constituem sintomas atípicos;

ACHADOS DIAGNÓSTICOS:

👉 História Clínica e exame físico cardiovascular;
👉 ECG de 12 derivações;
👉 Ecocardiograma;
👉 Enzimas e biomarcadores cardíacos;

TRATAMENTO CLÍNICO:

👍 Morfina para dor e desconforto;
👍 Oxigenioterapia;
👍 Nitroglicerina para causar vasodilatação e aumentar o aporte de oxigênio;
👍 AAS (ácido acetilsalicílico), heparina, para evitar a formação de coágulos;
👍 Betabloqueadores para arritmias;
👍 Trombolíticos;
👍 Cateterismo cardíaco (Intervenção coronariana percutânea);
👍 Bypass da artéria coronariana;

CUIDADOS DE ENFERMAGEM

👍 Realizar ECG o mais rápido possível;
👍 Realizar acesso venoso e mante-lo salinizado;
👍 Realizar oxigenioterapia conforme prescrição médica ou de enfermagem;
👍 Posicionar o cliente em Fowler 45º;
👍 Orientar o paciente a realizar respiração profunda;
👍 Avaliar os sinais vitais com frequência;
👍 Manter o cliente em repouso no leito;
👍 Realizar o balanço hídrico para avaliar a sobrecarga hídrica;
👍 Oferecer dieta hipossódica e hipocalórica;
👍 Monitorar possíveis complicações avaliando: Os sinais vitais, os exames laboratoriais, estado de consciência, bulhas cardíacas, dor torácica, estado respiratório, débito cardíaco, etc..

É MUITO TRABALHO PARA A EQUIPE DE SAÚDE QUE IRÁ TRATAR UM PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO. REALMENTE PRECISA DE ESTUDOS PROFUNDOS E CONHECIMENTOS CLÍNICOS APURADOS PARA OFERECER A MELHOR ASSISTÊNCIA.

Até a próxima...

sexta-feira, 4 de maio de 2018

LÍDER OU CHEFE? QUAL É O MELHOR?

Boa tarde PROFISSIONAIS da Saúde!!!

Tudo bem com vocês?

Para nossa matéria de hoje, vou abordar um assunto que é mais voltado para os profissionais que exercem atributo de líder ou chefe dentro de uma instituição, em especial, da saúde. Em geral, dentro de uma instituição de saúde, médicos e enfermeiros exercem essa função de líder da equipe! O líder basicamente é aquele que lidera um grupo, é aquele em que o grupo tem mais empatia e se torna um ícone para seguir ou ser seguido.


É importante ressaltar aqui que o líder de saúde precisa ter conhecimentos bem profundos, não só de questões ligados a saúde humana, mas também de gestão e controle de pessoal. A enfermagem é uma ciência que estuda não só as necessidades humanas, mas também sua relação multiprofissional e interpessoal com os colegas que trabalham ao seu lado. Existe uma diferença muito grande de chefe e líder!

O CHEFE

De acordo com o dicionário Aurélio, o chefe é uma peça honrosa no terço superior do escudo, funcionário ou empregado que dirige um serviço, diretor, cabeça principal, soldado que, em cada fila, está a frente. Nos termos populares, o chefe é o profissional que coordena um grupo de pessoas ou equipe. Dentro da Enfermagem, existem enfermeiros chefes de equipe e de setores diversos dentro de um ambiente de saúde. Geralmente o chefe é o mais "odiado", pois as atitudes dele só impõe medo e desconfiança, o que pode ser prejudicial para o trabalho de direção.


O LÍDER

Ainda segundo o dicionário Aurélio, o líder é aquele que lidera determinado setor de atividade ou uma competição. É uma pessoa que exerce influência sobre o comportamento, pensamento ou opinião dos outros. O líder dirige um serviço. Nos termos populares, o líder tem a função de conduzir pessoas, grupos ou equipes, seja onde for. O líder trabalha junto com os seus liderados para alcançar a meta. Geralmente o defeito do líder é acabar se deixando levar pela equipe ou grupo, trazendo injustiça para certas pessoas durante um conflito em que o líder precise resolver.


MINHA OPINIÃO REFERENTE AOS DOIS!!

Acredito que todos os profissionais que exerçam a função de coordenação e direção de um ambiente hospitalar ou de qualquer outro ambiente precisa ter os dois atributos. Não basta ser unicamente chefe ou ser unicamente líder. O líder costuma ter mais influência numa equipe enquanto que o chefe costuma ter mais respeito. Portanto, determinados momentos, é importante ter essas duas qualidades. 

Particularmente falando a respeito de um enfermeiro líder/chefe de uma equipe de enfermagem, ele precisa ser atencioso, deter conhecimentos clínicos e de gestão de saúde, ter sabedoria para mediar conflitos e aprender a respeitar e educar sua equipe em saúde. O enfermeiro líder ou chefe deve conhecer e trabalhar em conjunto com sua equipe. Não basta só ficar sentado na frente da mesa, como meus colegas apelidam, de "enfermesa", mais do que isso, é preciso saber trabalhar em equipe e ter um bom diálogo com seus colegas.

Segue algumas dicas para ser um bom líder/chefe:

👍 Ter sabedoria para tomar decisões imediatas e sérias;
👍 Ter bom relacionamento interpessoal, intersetorial e multidisciplinar;
👍 Saber mediar conflitos sem beneficiar um ou outro;
👍 Procurar atender as necessidades do contratante do serviço;
👍 Evitar ser beneficiado por um serviço seu;
👍 Ouvir os questionamentos da sua equipe e fazer o que é necessário;
👍 Atender as necessidades do seu pessoal, sem afetar direta ou indiretamente o contratante;
👍 Evitar obter vantagens em cima de decisões tomadas;
👍 Ensinar sempre sua equipe, isso é FUNDAMENTAL;



REFERÊNCIA

DE GARCIA, Bianca Lessa et al. RELAÇÃO ENTRE LIDERANÇA E VÍNCULOS PROFISSIONAIS: PERCEPÇÃO DE ENFERMEIROS. Revista de Pesquisa em Saúde, v. 18, n. 2, 2018.

Conteúdo bem prático e simples que podem ajudar vocês no dia-a-dia!!! Até a próxima!!

quinta-feira, 3 de maio de 2018

PRIMEIRO EMPREGO: COMO CONQUISTAR?

Boa tarde PROFISSIONAIS de ENFERMAGEM!!!

Tudo bem com vocês?

No nosso assunto de hoje, quero abordar uma reflexão sobre o mercado de trabalho na nossa área de atuação, que é a ENFERMAGEM. Antigamente, a uns 10/15 anos atrás, a enfermagem era uma área muito escassa de profissionais, existiam muita vaga para poucos profissionais, ou seja, era muito mais fácil conseguir obter um primeiro emprego.


Com o passar do tempo, foram abrindo muito mais cursos técnicos e muitas faculdades aderiram a graduação em enfermagem, o que teve como resultado um número cada vez mais crescente de enfermeiros e técnicos de enfermagem no mercado, e qual foi o resultado disso??

Imaginem só, antes existiam muita vaga para poucos profissionais, hoje existe muitos profissionais de enfermagem para poucas vagas. O número de vagas permaneceu o mesmo, porém o número de profissionais triplicou, o que gerou uma sobrecarga de profissionais no mercado competindo a mesma vaga.

Atualmente, existem muitos enfermeiros e técnicos de enfermagem formados, porém, poucos são os diferenciados dentro da área. Isso quer dizer que, muitas pessoas se acomodaram e permaneceram inertes: Não procuraram se especializar, não fizeram cursos de extensão, não tiveram idéias de empreendimento, ficaram apenas na formação acadêmica.

Porém, pela experiência que tive, posso afirmar 3 pontos importantes que o mercado está fazendo com os profissionais de enfermagem, até mesmo os profissionais de outras áreas:

👎 AS VAGAS DE EMPREGO SE RESTRINGE A PROFISSIONAIS COM QI ELEVADO (QUEM INDICA) :( 
👎 AS VAGAS DE EMPREGO SE RESTRINGE A PROFISSIONAIS COM PÓS-GRADUAÇÃO PARA NÍVEL SUPERIOR. PARA TÉCNICOS, AS VAGAS SE RESTRINGE A QUEM TEM CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO.
👎 AS VAGAS DE EMPREGO SE RESTRINGE A PROFISSIONAIS COM EXPERIÊNCIA ANTERIOR!

PORTANTO, sabendo de tudo isso, vamos ao que interessa: SEGUE ALGUMAS DICAS IMPORTANTES PARA AUXILIAR VOCÊS A ARRUMAR O PRIMEIRO EMPREGO:

👍NÃO PAREM DE ESTUDAR: FAÇAM CURSOS IMPORTANTES PARA INCREMENTAR SEU CURRÍCULO. NÃO PERCA TEMPO COM CURSOS QUE VOCÊ NÃO IRÁ UTILIZAR NA PRÁTICA CLÍNICA.
👍FAÇAM AMIZADES PROFISSIONAIS. NADA MELHOR DO QUE OBTER NOVOS CONTATOS QUE POSSAM TE AJUDAR A INGRESSAR NO MERCADO DE TRABALHO.
👍 APRENDAM A FAZER UM CURRÍCULO IDEAL E OBJETIVO, NÃO ENCHAM DE COISAS INÚTEIS. DÊ ENFASE NOS CURSOS QUE VOCÊ FEZ, QUALIFICAÇÕES E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL IMPORTANTE.
👍SEJA DISCRETO (A). EVITE CONTAR SUAS VITÓRIAS E CONQUISTAS PARA O MUNDO TODO.
👍 TENHA ESPÍRITO DESAFIADOR: MANDE CURRÍCULOS PARA TODOS OS LUGARES POSSÍVEIS. UM DELES IRÁ TE CHAMAR PARA ENTREVISTA! E ENQUANTO NÃO ESTÁ COM CARTEIRA ASSINADA, NÃO FIQUE PARADO: ELABORE ARTIGOS, ESTUDE, TENHA ESPÍRITO DE EMPREENDEDORISMO, FAÇA SERVIÇOS CURINGA, FAÇA CURSOS PARA TRABALHAR COMO AUTÔNOMO, CRIE IDÉIAS!
👉 ESTUDE PARA CONCURSOS PÚBLICOS! UMA ÓTIMA MANEIRA DE OBTER UM EMPREGO COM ÓTIMO SALÁRIO, E TER ESTABILIDADE! 


Pessoal, são dicas básicas para quem está iniciando na enfermagem, ou em qualquer área de atuação. O mercado está exigente, então seja diferente. Existem muitos profissionais formados, mas poucos se destacam, por serem diferentes. 

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terça-feira, 1 de maio de 2018

ISTs (SÍFILIS): MEDIDAS DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO!

Boa tarde Profissionais e demais leitores!!!

Tudo bem com vocês?

Hoje, nosso tema terá como foco ISTs (Infecção sexualmente transmissível) com enfase sobre sífilis. A doença sexualmente transmissível é um termo para descrever doenças adquiridas por meio de contato sexual com uma pessoa infectada. Essas doenças tem graves consequências para a saúde; representam ônus financeiro estimado em até 17 bilhões de dólares por ano (BRUNNER & SUDDATH, 2016).

Em geral, os clientes acometidos com sintomas de infecção sexualmente transmissível frequentemente relutam em procurar assistência médica em um momento oportuno. Dependendo do tipo de doença que estamos falando, as ISTs podem evoluir sem sintomas, e qualquer retardo no diagnóstico e no tratamento é potencialmente prejudicial, visto que o risco de complicações para o indivíduo infectado aumenta com o decorrer do tempo.

FISIOPATOLOGIA DAS ISTs:

As portas de entrada dos microrganismos que causam IST e os locais de infecção incluem a pele e o revestimento mucoso da uretra, colo do útero, vagina, reto e orofaringe. As ISTs podem ser adquiridas in útero, a partir da mãe infectada. Os sintomas são variáveis, dependendo do microrganismo infectante, e podem simular outros diagnósticos.

Vamos ao que interessa para o tema de hoje! Sabendo de tudo isso vamos falar sobre a SÍFILIS!

A sífilis é uma doença infecciosa aguda e crônica causada pela espiroqueta Treponema Pallidum. Os estágios primário, secundário e terciário refletem o intervalo de tempo entre a infecção e as manifestações clínicas observadas nesse período. Esses estágios constituem a base para as decisões de tratamento.
• A sífilis primária ocorre em 2 a 3 semanas após a inoculação inicial. Surge uma lesão indolor no local de infecção, denominada cancro, que habitualmente desaparece em 3 a 12 semanas.
• A sífilis secundária ocorre quando a disseminação hematogênica dos microrganismos a partir do cancro original leva a uma infecção generalizada. O exantema da sífilis secundária surge cerca de 2 a 8 semanas após o cancro e acomete o tronco e os membros, incluindo as palmas das mãos e a planta dos pés. Os sinais generalizados de infecção podem incluir linfadenopatia, artrite, meningite, queda dos cabelos, febre, mal-estar e perda de peso.
• A sífilis terciária é o estágio final da história natural da doença. Entre 20% e 40% dos indivíduos acometidos não apresentam sintomas. A sífilis terciária manifesta-se na forma de uma doença inflamatória lentamente progressiva, com potencial de acometer múltiplos órgãos. As manifestações mais comuns nesse nível consistem em aortite e neurossífilis, conforme evidenciado pela ocorrência de demência, psicose, paresia, acidente vascular encefálico ou meningite.


ACHADOS DIAGNÓSTICOS:

• História clínica e exame físico completo;
• Avaliações laboratoriais são importantes;
• Identificação direta do espiroqueta obtido de um cancro;
• Testes sorológicos, como testes não treponêmicos ou de reagina (VDRL), ou o teste em cartão da reagina plasmática rápida (RPR-CT); teste do anticorpo antitreponêmico fluorescente (FTA-ABS) e o teste de micro-hematoglutinação (MHA-TP);

TRATAMENTO CLÍNICO:

• Antibioticoterapia em todos os estágios da doença;
• Para sífilis inicial com menos de 1 ano de duração, o método terapêutico é a administração intramuscular em dose única da Penicilina G benzatina; Pode ser substituído pela doxiciclina se o cliente for alérgico á penicilina;
• A sífilis latente tardia ou a sífilis latente de duração desconhecida deve ser tratada com três injeções de antibiótico, a intervalo de 1 semana;

PREVENÇÃO CONTRA SÍFILIS

• Utilizar preservativos da maneira correta para formar uma barreira protetora contra a transmissão de microrganismo;
Realizar a higiene íntima antes e depois do ato sexual;
Orientar a população mais carente sobre métodos contraceptivos e auxiliar na educação sexual;
Evitar múltiplos parceiros sexuais, pois pode ser um risco muito grande de transmissão de doenças;
Reunir grupos de discussão sobre ideias para prevenção de doenças sexualmente transmissíveis;
Procurar ajuda da equipe de saúde, sempre que necessário;
Realizar exames periódicos de saúde para monitorar o seu estado de saúde;

segunda-feira, 30 de abril de 2018

INFLUENZA: MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE!

Boa noite MEU PÚBLICO!!!!

Tudo bem com vocês?

O tema de hoje é bastante comentado em todo o Brasil, e acredito que no mundo todo também esteja sendo comentado, sobre esse problema que afeta milhões de pessoas, e que todo mundo conhece pelo nome, a nossa famosa INFLUENZA. Apesar de ser uma doença "famosinha", ela possui peculiaridades que muita gente desconhece e que é facilmente prevenível, como vamos ver mais a frente! 

A influenza é uma doença viral aguda que causa epidemias mundiais a cada 2 a 3 anos e que apresenta um grau de gravidade altamente variável. O termo infecção das vias respiratórias superiores (IVRS) é usado quando o agente etiológico é o vírus influenza. (a gripe). 

O vírus dissemina-se facilmente de um hospedeiro para o outro por meio de exposição a gotículas por intermédio de tosse, espirro ou secreções nasais. O vírus é eliminado por cerca de 2 dias antes do aparecimento dos sintomas e durante a primeira parte da fase sintomática. 


A infecção prévia pelo vírus influenza não garante nenhuma proteção contra uma exposição futura. A mortalidade é, provavelmente, atribuível á pneumonia associada (pneumonia viral ou bacteriana sobreposta) e ás exacerbações da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e redução da função pulmonar.


PREVENÇÃO:

• Vacinação anual contra influenza para todas as pessoas a partir de 06 meses de idade (particularmente indivíduos com alto risco de complicações da influenza, como idosos, crianças e gestantes);
• Manter o ambiente sempre aberto e arejado;
• Lavagem das mãos frequente;
• Evitar aproximar-se de pessoas com sintomas de gripe;
• Abrir janelas de ônibus, sempre que estiverem fechadas;
• Evitar transmitir perdigotos (espirrar no lenço e descarta-lo, espirrar nas mãos e lava-los, evitar espirrar em lugares públicos);
• Aumentar a ingestão de líquidos orais;
• Realizar exercícios aeróbicos de baixa intensidade para criar resistência as mudanças climáticas (natação);
• Procurar ajuda de um médico ou enfermeiro sempre que sentir necessário;

OBS: ESSAS MEDIDAS SÃO IMPORTANTES PARA UMA BOA PREVENÇÃO DE DOENÇAS COMO A DO VÍRUS DA INFLUENZA. O QUE DEVEMOS FAZER É COMPARTILHAR ESSAS MEDIDAS DE PREVENÇÃO PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS!

Então é isso pessoal, conteúdo bem básico e fundamental para a prevenção de doenças. O livro que utilizei como referência é o manual de enfermagem médico-cirúrgico do BRUNNER & SUDDATH (2016). Então a explicação é bem atualizada e de fácil compreensão para todos, sejam profissionais ou leigos! 

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