terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Úlcera diabética: como o tratamento correto de feridas muda o prognóstico do paciente!

 A úlcera diabética é uma das complicações mais desafiadoras do diabetes mellitus e continua sendo uma das principais causas de infecção, hospitalização e amputações evitáveis. Para o profissional da saúde, especialmente quem atua com tratamento de feridas, entender a fisiopatologia, a avaliação correta da lesão e a escolha estratégica das coberturas é decisivo para a evolução clínica do paciente.

Mais do que uma ferida crônica, a úlcera diabética exige conduta baseada em evidência, raciocínio clínico e tecnologia adequada.



O que torna a úlcera diabética tão complexa?

A dificuldade de cicatrização está diretamente relacionada a três fatores principais:

  • Alterações micro e macrovasculares

  • Neuropatia periférica

  • Maior suscetibilidade a infecções

Esses fatores criam um ambiente tecidual desfavorável, com hipóxia, inflamação persistente, desequilíbrio da umidade e risco elevado de necrose. Por isso, o tratamento de feridas em pacientes diabéticos não pode ser genérico — ele precisa ser individualizado e dinâmico.

Princípios essenciais no tratamento da úlcera diabética

Antes de falar em qualquer cobertura, alguns pilares são inegociáveis:

  • Avaliação vascular e neurológica do membro

  • Controle glicêmico adequado

  • Alívio de pressão (offloading)

  • Desbridamento quando indicado

  • Controle da carga microbiana

Somente após essa base bem estabelecida é que a escolha da cobertura fará real diferença na cicatrização.



Onde o hidrogel entra no tratamento de feridas diabéticas?

O hidrogel é uma cobertura amplamente utilizada no manejo de feridas crônicas, inclusive na úlcera diabética, principalmente quando o objetivo é restabelecer um ambiente ideal de cicatrização.

Na prática clínica, o hidrogel pode ser indicado para:

  • Úlceras diabéticas secas ou com baixa exsudação

  • Lesões com tecido desvitalizado ou necrose seca

  • Feridas com necessidade de hidratação do leito

  • Lesões dolorosas, em que o conforto do paciente é prioridade

  • Úlceras em fase inicial de granulação que precisam de equilíbrio da umidade

Ao promover hidratação controlada, o hidrogel auxilia no desbridamento autolítico, favorece a migração celular e contribui para a progressão do processo cicatricial — sempre quando bem indicado e associado à conduta correta.

Atenção: hidrogel não é solução isolada

Um erro comum na prática assistencial é enxergar o hidrogel como uma solução única. Na úlcera diabética, ele deve ser parte de uma estratégia terapêutica integrada, respeitando:

  • Estágio da lesão

  • Condição do tecido

  • Presença ou ausência de infecção

  • Frequência de troca adequada

O uso inadequado pode atrasar a cicatrização e aumentar riscos, reforçando a importância do conhecimento técnico na escolha da cobertura.

O papel do profissional de saúde no sucesso do tratamento

O desfecho da úlcera diabética está diretamente ligado à tomada de decisão clínica. Enfermeiros, médicos e demais profissionais que dominam o raciocínio em tratamento de feridas conseguem:

  • Reduzir tempo de cicatrização

  • Prevenir complicações graves

  • Melhorar qualidade de vida do paciente

  • Diminuir custos assistenciais

Conhecimento aplicado é o que transforma curativo em tratamento.

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  • Erros mais comuns no uso da cobertura

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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Hidrogel para feridas: a escolha certa pode acelerar ou atrasar a cicatrização

Você pode estar usando um bom curativo… mas no momento errado.

E isso, no tratamento de feridas, faz toda a diferença.

O hidrogel é um dos recursos mais utilizados na prática clínica por sua capacidade de favorecer o ambiente ideal para a cicatrização. No entanto, quando indicado sem critério, ele pode retardar a evolução da ferida, aumentar custos e comprometer resultados. É por isso que entender quando e como usar o hidrogel é tão importante quanto ter o produto em mãos.

Por que o hidrogel é tão importante no tratamento de feridas?

O processo de cicatrização depende de um equilíbrio preciso entre umidade, tecido viável e controle do leito da ferida. O hidrogel atua diretamente nesse equilíbrio, favorecendo a regeneração tecidual e auxiliando na remoção de tecidos desvitalizados quando bem indicado.

Porém, nem toda ferida se beneficia do hidrogel. Características como tipo de lesão, quantidade de exsudato, fase da cicatrização e sinais de infecção precisam ser avaliadas com atenção. A escolha inadequada do curativo é um dos principais fatores que atrasam a cicatrização, mesmo quando há acompanhamento profissional.

O erro não está no produto, está na decisão

Um dos erros mais comuns no tratamento de feridas é aplicar o hidrogel de forma automática, sem uma análise clínica adequada. Quando isso acontece, o que deveria acelerar o processo se torna um obstáculo.

Já quando o hidrogel é utilizado com estratégia, ele se transforma em um aliado poderoso: melhora a evolução da ferida, reduz complicações e otimiza o tempo de tratamento. A diferença entre esses dois cenários está no conhecimento aplicado, não na tentativa e erro.

Tratamento de feridas exige raciocínio clínico, não improviso

Feridas não cicatrizam por acaso. Elas cicatrizam quando há decisão correta, no momento certo, baseada em avaliação e entendimento do processo cicatricial.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Pele Saudável Vai Muito Além da Beleza — Ignorar Isso Pode Custar Caro

 

Pele saudável: mais que estética, um reflexo da sua saúde

Quando falamos em pele saudável, muita gente ainda associa o tema apenas à estética, beleza ou juventude. Mas a verdade é muito mais profunda e urgente: a saúde da pele reflete diretamente o que acontece dentro do nosso corpo.

A pele é o maior órgão do corpo humano e atua como uma verdadeira barreira de proteção. Ela sente, reage, avisa e, muitas vezes, sofre em silêncio. Ter uma pele saudável não significa ter uma pele perfeita — significa ter uma pele funcional, equilibrada, protegida e viva.


O que é uma pele saudável?



Do ponto de vista da saúde, uma pele saudável é aquela capaz de exercer suas funções essenciais de forma eficiente:

  • Proteção contra bactérias, fungos e agressões externas

  • Regulação da temperatura corporal

  • Manutenção da hidratação e da barreira cutânea

  • Sensibilidade e percepção do ambiente

Clinicamente, a pele saudável costuma apresentar:

  • Coloração uniforme

  • Boa hidratação

  • Elasticidade preservada

  • Textura íntegra

  • Ausência de feridas, fissuras ou inflamações frequentes

Essas características não representam apenas beleza — representam equilíbrio do organismo e prevenção de doenças.


A pele revela sinais que não devem ser ignorados

Ressecamento excessivo, coceira constante, manchas, descamações, sensibilidade ao toque ou feridas que demoram a cicatrizar não surgem por acaso. Esses sinais podem indicar:

  • Desidratação crônica

  • Alimentação inadequada

  • Alterações hormonais

  • Doenças crônicas, como diabetes e insuficiência vascular

  • Uso incorreto de produtos cosméticos

  • Falta de cuidados profissionais com a pele

Ignorar esses alertas pode transformar problemas simples em lesões complexas, impactando diretamente a qualidade de vida.


Cuidar da pele é cuidar da saúde do corpo inteiro



A construção de uma pele saudável começa de dentro para fora. Alguns pilares são indispensáveis:

Alimentação e hidratação adequadas

Vitaminas, minerais, proteínas e água são fundamentais para a renovação celular, cicatrização e integridade da pele.

Rotina de cuidados personalizada

Cada pele é única. O uso excessivo ou inadequado de produtos pode enfraquecer a barreira cutânea e gerar inflamações silenciosas.

Prevenção de feridas e lesões

Em idosos, pessoas acamadas ou com mobilidade reduzida, a prevenção de feridas é essencial para evitar dor, infecções e complicações graves.

Avaliação profissional especializada

Nem toda alteração de pele é normal. Avaliar precocemente salva tempo, reduz custos e evita sofrimento.


Pele saudável ao longo da vida

A pele muda com o tempo — isso é natural. O que não é natural é normalizar feridas, dores, inflamações, sangramentos ou descuidos.

Manter a pele saudável em qualquer fase da vida significa:

  • Mais conforto e segurança

  • Menor risco de infecções

  • Melhor cicatrização

  • Mais autonomia

  • Mais qualidade de vida

Cuidar da pele é um ato diário de respeito ao próprio corpo.


Conclusão: pele saudável é saúde, não vaidade



Cuidar da pele vai muito além da estética. É prevenção, bem-estar e cuidado com a vida.

A pele comunica o que muitas vezes o corpo não consegue dizer em palavras. Quando você aprende a escutar esses sinais, evita complicações e promove saúde real.

👉 Se você percebe alterações na sua pele ou de alguém da sua família, não espere a ferida aparecer ou piorar.

Sua pele fala todos os dias — o problema é que quase ninguém aprende a escutar.
Ressecamento, manchas, sensibilidade e feridas que não cicatrizam não são normais e não devem ser ignorados.

O e-book Tudo sobre a pele foi criado para quem deseja entender a pele de forma simples, segura e baseada em saúde real. Nele, você aprende a identificar sinais de alerta, prevenir lesões, cuidar da pele em cada fase da vida e evitar erros que comprometem sua saúde cutânea.

👉 Invista em conhecimento hoje e evite problemas amanhã.
Cuidar da pele é um ato de prevenção, autonomia e respeito ao seu corpo.

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Além disso, é importante agendar uma avaliação profissional especializada em saúde da pele.

A avaliação correta permite identificar riscos, prevenir lesões, orientar cuidados personalizados e promover uma pele saudável em todas as fases da vida.

📌 Cuidar da pele hoje é evitar problemas amanhã.

Dr. Lucas Oliveira - Enfermeiro Dermatológico - (21)98779-3390

domingo, 18 de janeiro de 2026

Fitoterápicos ou Homeopáticos: Qual Usar, Como Funciona e Por Que Profissionais Precisam Dominar Ambos!

 

Diferença entre Medicamentos Fitoterápicos e Medicamentos Homeopáticos: Entenda a Importância de Cada Um para a Saúde e o Bem-Estar



Cada vez mais pessoas buscam alternativas naturais para cuidar da saúde, prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida. Nesse cenário, os medicamentos fitoterápicos e os medicamentos homeopáticos ganham destaque. Apesar de serem frequentemente confundidos, eles são totalmente diferentes em origem, forma de ação e indicação terapêutica.

Compreender essas diferenças é fundamental tanto para pacientes quanto para profissionais da saúde que desejam se destacar em uma abordagem mais integrativa e humanizada.

O que são medicamentos fitoterápicos?


Os medicamentos fitoterápicos são produzidos a partir de plantas medicinais, utilizando folhas, raízes, cascas, flores ou sementes. Eles passam por processos industriais rigorosos, com controle de qualidade, padronização de dose e comprovação científica de eficácia e segurança.

Diferente do que muitos pensam, fitoterápico não é chá caseiro. Trata-se de um medicamento regulamentado pela Anvisa, com indicação terapêutica específica.

Exemplos de medicamentos fitoterápicos

  • Valeriana (ansiedade e insônia)

  • Ginkgo biloba (circulação e memória)

  • Espinheira-santa (problemas gástricos)

  • Castanha-da-índia (circulação venosa)

Como os fitoterápicos atuam no organismo?

Eles contêm princípios ativos naturais que agem diretamente nos sistemas do corpo, auxiliando no tratamento de diversas condições clínicas e na promoção do bem-estar.

👉 Profissionais que dominam a fitoterapia ampliam suas possibilidades terapêuticas e se tornam mais valorizados no mercado de saúde integrativa.

O que são medicamentos homeopáticos?



Os medicamentos homeopáticos seguem os princípios da homeopatia, uma terapêutica baseada no conceito de que “o semelhante cura o semelhante”. Eles são preparados por meio de diluições sucessivas e dinamizações, estimulando o organismo a reagir e restabelecer seu equilíbrio natural.

A homeopatia não trata apenas a doença, mas o indivíduo como um todo, considerando aspectos físicos, emocionais e energéticos.

Características dos medicamentos homeopáticos

  • Substâncias altamente diluídas

  • Baixo risco de efeitos colaterais

  • Abordagem individualizada

  • Pode ser utilizada por crianças, adultos e idosos

👉 Quando bem aplicada, a homeopatia fortalece o cuidado integral e a fidelização do paciente.

Principais diferenças entre fitoterápicos e homeopáticos

FitoterápicosHomeopáticos
Origem vegetal com princípios ativosSubstâncias diluídas e dinamizadas
Ação direta no organismoEstímulo à autorregulação
Dose padronizadaDose individualizada
Base farmacológica científicaBase nos princípios da homeopatia

Apesar das diferenças, fitoterapia e homeopatia podem atuar de forma complementar, oferecendo tratamentos mais completos, naturais e humanizados.

A importância dessas terapias para a saúde e o bem-estar

A aplicação correta dos medicamentos fitoterápicos e homeopáticos contribui para:

  • Redução do uso excessivo de medicamentos sintéticos

  • Menor incidência de efeitos colaterais

  • Promoção do autocuidado

  • Abordagem integrativa da saúde

  • Melhora da qualidade de vida

Por isso, cresce a procura por profissionais capacitados nessas práticas, tanto em consultórios quanto em atendimentos domiciliares e clínicas integrativas.

⚠️ Atenção: conhecimento técnico é indispensável

Mesmo sendo terapias naturais, fitoterápicos e homeopáticos exigem conhecimento técnico, estudo e prática clínica responsável. A prescrição ou indicação sem preparo adequado pode comprometer resultados e segurança do paciente.

👉 É exatamente por isso que a formação profissional faz toda a diferença.

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Homeopatia e saúde integrativa: benefícios para o bem-estar do corpo e da mente

 

Homeopatia e Bem-Estar: como essa abordagem integrativa transforma o cuidado em saúde



A busca por bem-estar físico, emocional e mental cresce a cada ano. Pacientes estão mais conscientes, exigentes e interessados em terapias que vão além do tratamento de sintomas. Nesse contexto, a homeopatia se destaca como uma abordagem integrativa que promove equilíbrio, individualidade e cuidado humanizado.

Para os profissionais da saúde, compreender a homeopatia deixou de ser um diferencial — passou a ser uma oportunidade de crescimento profissional e ampliação do cuidado ao paciente.

O que é homeopatia e por que ela está ligada ao bem-estar?



A homeopatia é uma prática terapêutica reconhecida no Brasil, baseada no princípio da individualização do cuidado. Em vez de focar apenas na doença, ela avalia o paciente como um todo: corpo, emoções, histórico de vida e estilo de vida.

Essa abordagem favorece o bem-estar integral, pois atua estimulando a capacidade natural do organismo de buscar equilíbrio, especialmente em condições como:

  • Estresse e ansiedade

  • Distúrbios do sono

  • Desequilíbrios emocionais

  • Condições crônicas

  • Processos de recuperação e manutenção da saúde

Homeopatia no cuidado integrativo: uma demanda crescente

A saúde integrativa já é uma realidade. Pacientes buscam profissionais que saibam unir conhecimento técnico, escuta qualificada e abordagens complementares baseadas em evidência e segurança.

A homeopatia se encaixa perfeitamente nesse cenário por:

  • Respeitar a individualidade do paciente

  • Possuir baixo risco quando bem indicada

  • Poder atuar de forma complementar a outros tratamentos

  • Fortalecer o vínculo terapêutico

Para profissionais da saúde, isso significa mais resolutividade, mais confiança do paciente e mais possibilidades de atuação clínica.

Por que profissionais da saúde devem estudar homeopatia?

Cada vez mais enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos e outros profissionais estão buscando formação em homeopatia para:

  • Ampliar sua atuação profissional

  • Diferenciar-se no mercado

  • Oferecer um cuidado mais completo

  • Atender uma demanda crescente por terapias integrativas

  • Gerar novas fontes de renda com segurança e ética

O conhecimento em homeopatia não é apenas técnico — ele transforma a forma de olhar o paciente e fortalece a prática clínica.

Homeopatia, bem-estar e carreira profissional



Integrar a homeopatia à prática profissional permite:

  • Atendimentos mais humanizados

  • Planos de cuidado individualizados

  • Maior satisfação do paciente

  • Reconhecimento profissional

  • Autoridade em saúde integrativa

Em um mercado cada vez mais competitivo, profissionais que dominam abordagens integrativas se destacam e constroem carreiras mais sólidas e valorizadas.

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  • Aprender homeopatia de forma clara e aplicada à prática clínica

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🔹 O que você vai aprender no curso:

  • Fundamentos da homeopatia aplicada à saúde integrativa

  • Raciocínio clínico e individualização do cuidado

  • Indicações seguras e éticas

  • Como integrar a homeopatia à sua prática profissional

  • Como transformar conhecimento em oportunidade profissional

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domingo, 2 de setembro de 2018

ERROS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS: COMO AGIR?

Boa noite Profissionais da saúde!!!!

Tudo bem com vocês??


Hoje a noite vou esquentar o clima aqui do nosso blog e iremos falar sobre erros na administração de medicamentos. A administração de medicamentos é uma prática rotineira na ENFERMAGEM, e que, por conta do estresse de trabalho, horas mal dormidas, plantões pesados, entre outros fatores, podem causar danos irreversíveis na integridade do paciente.

A administração de medicamentos é uma atribuição quase exclusiva da enfermagem, onde o enfermeiro supervisiona sua equipe durante a administração e o mesmo também executa essa prática. Nos diversos hospitais, por conta da crise, roubos, o número de pessoal de enfermagem geralmente é inferior em vista do que é preconizado, e isso gera insegurança para a equipe de saúde e o próprio cliente.
Vou ser bem breve nesse artigo, pois vou citar aqui os principais métodos para prevenir erros, que, se você profissional seguir, irá ter sucesso garantido na terapêutica e também pessoalmente. Os erros de medicamentos ocorrem até com quem tem doutorado, sendo assim, todos estão passíveis ao erro. Porém, se o profissional conhecer e souber executar as medidas preventivas, poderá diminuir absurdamente as chances de errar!!

Sendo assim, vamos ao que interessa! Segue em tópicos os métodos principais para prevenir erros:

• Execute a regra das 3 leituras (leitura da prescrição e da bula antes, durante o preparo e após a administração de medicamentos);
• Execute a regra dos 6 certos, segundo Potter & Perry (Paciente certo, medicamento certo, dose certa, hora certa, via certa e registro certo);
• JAMAIS administre um medicamento previamente preparado por outro profissional de saúde;
• Realize a técnica asséptica durante o preparo da administração de medicamentos;
• Evite conversas paralelas durante esse serviço, pois o desfecho final pode ser fatal;
• Administre apenas os medicamentos que você tenha conhecimento (Caso não conheça, solicite orientação de um enfermeiro experiente, médico ou farmacêutico);
• Execute a administração de medicamentos apenas se a prescrição for legível (caso não seja, solicite ao prescritor uma nova receita legível!);

Essas dicas são fundamentais e essenciais para prevenir erros possíveis. Porém, infelizmente, quando você realiza a administração de medicamentos numa dose acima do que foi prescrito por erros de cálculo, ou então administrou um medicamento que não era para ser administrado no paciente, confundiu as prescrições, NÃO SE DESESPERE!!!! SIGA ESSAS DICAS QUE VOU CITAR ABAIXO:

• Observe os sinais vitais do paciente de 10/10 minutos na primeira hora (atentar para pressão arterial, pulso e respiração);
• Em casos de sonolência e queda do padrão neurológico, COMUNICAR IMEDIATAMENTE A EQUIPE MÉDICA;
• Em casos de paradas cardíacas, realizar as compressões cardíacas e chamar a equipe de ressuscitação;
• Caso o cliente não tenha restrição de líquidos, ofertar uma quantidade maior de líquidos para eliminar o medicamento mais rápido ou realizar lavagem gástrica, conforme prescrição de enfermagem ou médica;
• Monitorar continuamente o padrão respiratório, frequência cardíaca e estado neurológico, por um período de 4 a 8 horas;
• EM TODOS OS ERROS, DEVE-SE COMUNICAR IMEDIATAMENTE O MÉDICO RESPONSÁVEL OU A EQUIPE PARA QUE AS MEDIDAS PREVENTIVAS DE COMPLICAÇÃO SEJA APLICADAS;
Então é isso pessoal, espero que tenham gostado dessa postagem, hoje resolvemos um problema que é muito sério e que precisamos sempre ter em mente o que fazer em casos de erros. ERROS ACONTECEM, não se sinta mal ou impotente, acontece até mesmo com os mais aplicados. E mantenha sempre seus estudos em dia. VOCÊ É PROFISSIONAL DE SAÚDE, deve estudar sempre, mesmo que esteja exausto. Lembre-se do juramento que fez! 

Por falar em estudos, fique com eles atualizados. Para o técnico de enfermagem, eu indico essa apostila digital para o técnico de enfermagem, CLIQUE AQUI para saber mais!
Para o enfermeiro e o técnico de enfermagem, indico essa apostila de SAÚDE PÚBLICA PARA CONCURSOS PÚBLICOS. O SUS cai muito nas provas, então prepare-se! CLIQUE AQUI!
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Lucas Oliveira
Enfermeiro Geral
Pós-graduando em Enfermagem Intensiva de Alta Complexidade
Capacitado em Suporte básico e avançado de vida
Capacitado em formulações tópicas para tratamento de feridas crônicas

ENFERMAGEM x MEDICINA

Bom dia profissionais da saúde e caros leitores!!!

Tudo bem com vocês???

Estou motivado hoje a estar colocando este tema em pauta, pois vejo milhões de pessoas que infelizmente menosprezam outras profissões quando comparadas com a majestosa MEDICINA. Quero ressaltar aqui que o objetivo dessa postagem é unicamente explicar as diferenças dessas duas profissões e ACABAR de uma vez por todas com esse TABU de que ENFERMEIROS são subordinado a MÉDICOS ou vice-versa.

A Enfermagem e a Medicina sempre trabalharam juntas, desde a existência de ambas as profissões. E, antigamente, a Medicina era a unica profissão que estava bem desenvolvida nas suas atribuições, em vista, ou melhor, em comparação com a Enfermagem e outras profissões da saúde. A enfermagem, nessa época, era guiada por manuais criado por médicos para trabalhar numa espécie de "suporte do serviço médico", fato que muitos leigos tem essa ideia nos dias de hoje.

Antigamente, as mulheres não tinha voz, não tinha essa liberdade e essa autonomia que elas possuem nos dias atuais, isso foi um fator crucial para que os leigos de hoje em dia pensem que a enfermeira é subordinada aos médicos, e o pior de tudo: MUITOS MÉDICOS TRABALHAM COM ESSE PENSAMENTO, infelizmente de novo.

Conforme o tempo foi passando, as enfermeiras procuraram por si própria o conhecimento do corpo humano, o processo saúde-doença, foram se aprofundando nos estudos até que, vemos hoje, grandes enfermeiros com conhecimentos clínicos bem apurados e com um raciocínio clínico bem eficaz que tira a pessoa do risco de morte. 

Os leigos ainda não sabem de fato o que é a ENFERMAGEM atual. Os leigos não entendem COMO ELA TRABALHA, POR QUAIS MÉTODOS SÃO GUIADAS E COMO TRABALHAMOS HOJE EM MEIO A UMA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL (que para quem não sabe, multiprofissional são profissionais de outras profissões que não são da enfermagem. Eu fui numa palestra médica e lá os médicos se referiram a essa palavra "MULTIPROFISSIONAL" como médicos de outras especialidades, conservadores --').

Então, com base nisso tudo, vou apontar as diferenças que existem entre essas duas profissões e vou tentar acabar de uma vez por todas essa coisa de que "enfermeiro tem que estudar mais para ser médico" ou "estou fazendo enfermagem mas quero medicina" ou então "você é um enfermeiro tão bom, por que não quis ser médico?".

Vou começar falando da medicina e depois vou falar da enfermagem, ambas em tópicos para ser mais prático:

MEDICINA:

• Profissão da saúde;
• Profissão dedicada na promoção, proteção, recuperação da saúde;
• Profissão dedicada no diagnóstico e no tratamento de doenças que aflige o ser humano;
• Profissão dedicada na prevenção de doenças e agravos a saúde;
• Profissão representada pela figura do MÉDICO;
• Nessa profissão existem 57 especialidades em que o médico, depois de formado, pode seguir;
• Curso com duração de 6 anos de graduação;
• Visão prática: O médico com base no exame físico, histórico médico, podendo ou não solicitar exames complementares, realiza um diagnóstico nosológico, e após o diagnóstico nosológico, é traçado o tratamento ideal para aquela pessoa em específico, após isso, obtêm-se a evolução clínica do paciente. (Nem sempre o médico é obrigado a dar o diagnóstico da doença, muitas vezes, o diagnóstico é difícil e exige um tratamento inicial para controlar a sintomatologia).  

ENFERMAGEM:

• Profissão da saúde;
• Profissão dedicada na promoção, proteção, recuperação da saúde;
• Profissão dedicada no diagnóstico dos problemas e agravos a saúde física, psíquica, espiritual e social que aflige o ser humano;
• Profissão dedicada na prevenção de doenças e agravos a saúde;
• Profissão representada pela figura do ENFERMEIRO;
• Nessa profissão existem 47 especialidades em que o enfermeiro, depois de formado, pode seguir;
• Curso com duração de 5 anos de graduação;
• Visão prática: O enfermeiro irá realizar a sistematização da assistência de enfermagem  que consiste na Anamnese, exame físico, podendo ou não solicitar exames complementares, após isso, realiza-se um diagnóstico de enfermagem, e depois define-se as metas para o plano de cuidados de enfermagem, e para finalizar, realiza-se a evolução clínica do paciente.

Claro que existe muito mais atribuições que compete a cada uma profissão, porém os fatos mais importantes eu citei aqui em tópicos para acabar com isso de que o médico manda no enfermeiro, ou enfermeiro é menos que o médico, ou vice-versa. As duas profissões são de extrema importância para a saúde e uma depende da outra. 

FICO MUITO INDIGNADO QUANDO UMA PESSOA VEM FALAR QUE ENFERMAGEM É POUCA COISA. QUERO VER ESSA PESSOA FICAR 5 ANOS CURSANDO UMA FACULDADE QUE LIDA DIRETAMENTE ENTRE A VIDA E A MORTE DE PESSOAS DIARIAMENTE. 

Esse foi meu desabafo como profissional e como pessoa também, nunca devemos de forma alguma comparar profissões, até porque são bem distintas. O médico trabalha na grande maioria das vezes, sozinho, e traça suas metas sozinho. O enfermeiro quando se forma, ele tem a responsabilidade de coordenar uma EQUIPE, ser líder de uma equipe, e que qualquer erro que essa equipe cometer, a culpa e a responsabilidade desse erro irá cair diretamente para o enfermeiro.

As duas profissões tem seus riscos e que a pessoa que desejar escolher uma delas, primeiramente deve procurar saber onde estarão entrando, para depois não se arrepender da escolha. As duas são lindas profissões que tem como foco inicial a melhora da qualidade de vida das pessoas. As duas trabalham juntas, mas com campo de atuação que as distinguem. 


Lucas Oliveira
Enfermeiro Geral
 pós-graduando em Enfermagem Intensiva de Alta Complexidade


Úlcera Venosa: guia completo com escala CEAP, tratamento correto e o papel do hidrogel!

A úlcera venosa é uma das feridas crônicas mais comuns, principalmente em idosos, e está diretamente relacionada à insuficiência venosa crô...